O QUE É PÓLIPO NA VESICULAR


 

Pólipo é uma pequena lesão que nasce e cresce na parede da vesícula biliar, se projetando dentro dela. Essa lesão se apresenta como um pedacinho de tecido, bem semelhante a uma verruga, porém pediculado, ou seja, que se torna fixo na vesícula por uma pequena porção de tecido, semelhante a uma haste.


A formação dos pólipos é resultado de processos inflamatórios ou excesso de colesterol, sendo definido, neste caso, como pólipo benigno, cujo tipo mais comum é denominado como adenoma e pouco relacionado ao câncer. Existe a possibilidade de ser um pólipo maligno, que pode se transformar em um carcinoma.

Quer saber mais sobre o pólipo na vesícula, bem como sua forma de tratamento? Então, continue lendo para entender melhor essas questões.

Pólipo benigno e maligno

Conforme dito anteriormente, o pólipo pode ser definido como benigno ou maligno. Os pólipos benignos mais comuns são os de colesterol, chamados de colesterolose, os inflamatórios e os adenomas. Os adenomas são os que possuem uma probabilidade maior de se tornarem tumores malignos, os adenocarcinomas.

Em relação ao potencial maligno dos pólipos, o fator a ser considerado é o tamanho que apresentam. Pólipos com mais de 2 centímetros são considerados, na maioria das vezes, como tumores malignos na vesícula. Já os pólipos entre 1 e 2 centímetros também podem ser malignos, mas as chances são menores. Os cálculos de colesterol geralmente são múltiplos, e apresentam menos de 1 centímetro.

Qual o tratamento para pólipo na vesícula?

Antes de iniciar o tratamento, quando o paciente é diagnosticado com pólipo na vesícula, são necessários exames mais profundos para avaliar e indicar a melhor forma de tratar a doença. Em casos de formação de um pólipo com menos de 0,5 centímetro, que não está associado com o cálculo na vesícula, o médico especialista poderá optar apenas por um acompanhamento clínico e laboratorial.

Se durante a avaliação os médicos notarem que o pólipo está crescendo rapidamente, pode ser necessária a cirurgia para a retirada da vesícula, que poderá evitar um câncer biliar.

Geralmente, a cirurgia é feita quando o pólipo já se apresenta maior que 0,5 a 1 centímetro, ou outros dados fundamentais que não estão associados ao tamanho como, quando está associado à cólica biliar, alterações nos exames laboratoriais, crescimento rápido do pólipo, pólipo com longo pedículo, entre outros, que poderão resultar em uma lesão pré-maligna, cancerosa ou adenocarcinoma de vesícula.

Por isso, mesmo não estando associada com os cálculos vesiculares, algumas vezes será necessária a retirada deste órgão. A cirurgia para retirada total da vesícula recebe o nome de colecistectomia videolaparoscópica.


CREDITO https://profluizcarneiro.com.br/polipo-na-vesicula-o-que-e-e-como-tratar/


 Quais são os sintomas de pólipo na vesícula?

Não existem sintomas específicos de pólipo na vesícula. Alguns pacientes podem ter desconforto na parte superior direita do abdome, associado a náuseas ou vômitos, sobretudo em pessoas com pólipos grandes ou associados a cálculos na vesícula biliar.


Além disso, ainda não é conhecida uma definição exata das causas de pólipo na vesícula. Os estudos ainda não são conclusivos e não relacionam as causas com fatores como obesidade, diabetes, gênero ou idade.


Por isso, como não existem muitos estudos que indicam fatores de risco ou mesmo causas para o aparecimento de pólipo na vesícula, a única alternativa ainda é o acompanhamento médico especializado.


Portanto, procure um cirurgião do aparelho digestivo para prevenir complicações e, em alguns casos, realizar a cirurgia de retirada do órgão.

Como fazer diagnóstico de pólipos na vesícula biliar?

Os pólipos na vesícula biliar podem ser diagnosticados em cerca de 5% da população, o melhor exame para avaliar a região do órgão é a ultrassonografia do abdômen e, normalmente, ela é suficiente para o diagnóstico e para determinar o tratamento mais adequado. 


A utilização de ultrassonografia com Doppler, para avaliar o fluxo de sangue dentro do pólipo, pode ser importante para diferenciar um pólipo verdadeiro de um pseudopólipo.


Algumas vezes, exames mais específicos, como ultrassonografia endoscópica ou ressonância magnética, podem auxiliar no diagnóstico, mas raramente são necessários.


Biópsias dessas lesões não costumam ser feitas, porque esse tipo de procedimento tem muitas complicações e pode, inclusive, ajudar na disseminação da doença, em caso de câncer de vesícula.


Alimentação para evitar a dor

A alimentação para pacientes com pólipos na vesícula deve ter pouca ou nenhuma gordura, evitando ao máximo comer proteínas de origem animal, que possuem gordura naturalmente, como carnes e até peixes gordos como salmão ou atum. Além disso a preparação dos alimentos deve ser baseada no cozimento com água e nunca em frituras, assados ou alimentos com molhos.

Dessa forma, o trabalho da vesícula é menos requisitado diminuindo seus movimentos, e como consequência a dor. Porém a alimentação não diminui nem aumenta a formação dos pólipos.



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